Bem... desse eu não posso falar muita coisa não... Nem devo... Mas posso dizer uma coisa e perguntar uma outra:
1 . ASSISTA!
2 . Vai ser mais uma enxurrada de estatuetas para o Peter Jackson?
Rsrsrsrs...
Além de ter um roteiro amplamente original (mesmo que extraído de um livro que trás um tema muito comum: "Náufrago"), o filme conta com imagens SURPREENDENTES, uma fotografia impecável e uma direção de arte arrasadora, que o envolve o espectador em cada segundo do filme em uma história emocionante e de superação, não só pela sobrevivência de um ser, mas pela força de vontade em vencer os seus medos e principalmente o medo da morte, misturando todos os sentimentos com a crença e a fé em um Deus onipresente.
Esse é o contexto de vida da criatura mais bondosa do mundo OLIVER TWIST, que terá de descobrir pelas ruas da França que sua bondade não pode ser destruída para maldade alheia.
E mais uma vez os vampiros foram mudando, perdendo sua força, sua
destreza na caça, sua aparência, até virarem fadinha em Crepúsculo, mas isso é
outra história. Então voltando a nossa história, nosso filme aqui em questão,
fraqueja nessa também, os vampiros ganham novas falhas e ficam bem mais fracos,
perdendo para humanos... (Tsi tsi tsi).
Pontos fortes: Enquanto o Beijamim levava rasteira na
interpretação do personagem, a atriz Mary Elizabeth Winstead (Premonição 3, O
chamado 2, Natal Negro, Scott Pilgrim contra o mundo... ), dá um show de
interpretação, principalmente na parte de drama.
Um filme que mostrará o quanto a vergonha e a humilhação que
podemos vir a sofrer nos dias atuais, jamais chegarão aos pés das mulheres que
trabalharam nas minas nos Estados Unidos, onde antes de existir qualquer lei
que protegesse a mulher, uma delas toma a coragem e pela primeira vez no mundo
denuncia uma das maiores empresas dos E.U.A. por assédio sexual.
Pois é, sou amplamente apaixonado pelas criações do
Guilhermo Del Toro (mesmo criador de “O labirinto do Fauno”, “O orfanato”, “Splice”),
e quando percebi mais esse, não poderia deixar de ver.
Mesmo ultrapassando a bilheteria do Batman (The Dark Knight
Rises), pra mim o filme teve um tom decepcionante... Pois, para aqueles que
como eu amavam o primeiro filme com o Arnold S. esse foi em suma... fraquinho,
mesmo contando com um bom roteiro e efeitos especiais impressionantes
tratando-se de expectativas de um futuro não muito distante.
Não adianta ser o melhor por que está no melhor lugar para
estudar, tem de fazer tudo “Com Mérito”!!
Indico a todos que gostam de um bom filme humanizador e como
alguns vão achar, o filme em NENHUM MOMENTO É CANSATIVO, tem um roteiro
objetivo e muito dinâmico, fazendo dele muito especial. Temos como ator
principal o Brendan Fraser que está em sua melhor forma e em uma de suas melhores
atuações ^^
Mas achei que faltou um monte, principalmente tratando-se do Christopher Nolan, um diretor que fez seu nome com inovações cinematográficas e visionárias. Percebi que o filme estava meio que... economizando em efeitos especiais, tão diferente de "A Origem" e "O Grande Truque", outras criações do mesmo.
O que é mais legal no filme (em minha opinião), é a leveza e o prazer que o diretor mostrou através dos personagens da trama o amor pela música, e como ela acalma e muda tudo na vida do ser vivo e também a forma com ele escolheu de mostrar que, o ser vivo vive de acordo como é criado e como se desenvolve, sem perder muito de seus desejos e raízes.
Baseado na obra de mais de 700 anos atrás dos irmãos Grimm,
o diretor Rupert Sanders, nos trás uma versão jamais imaginada do grande
clássico, com uma rainha de fato MUITO MÁ, que nos mostrará o quanto a
frustração de amar e ser deixado pode matar e amedrontar por tantas vidas.
O filme tem muitos pontos fortes, até mesmo a “sem sal”
Kristen Stewart (A Bella da franquia Crepúsculo ), está em uma atuação
aceitável. O filme possuí um direção de arte e um fotografia magnífica, o que o
torna único no gênero de recriação de um clássico.