quarta-feira, 2 de novembro de 2011


Poesia, leveza, pureza e saudosismo, algumas palavras que definem a grande obra nacional do Seltom Melo: O Palhaço.

Sem contar na brilhante atuação de Seltom, o filme tem uma fotografia e trilha sonora muito gostosa e saudosa que lhe transporta para os melhores momentos de sua vida, aqueles momentos que você jamais pensou que regressariam.

Apesar da história muito simples, mas com um roteiro riquíssimo, o filme me trouxe a tona o meu primeiro livro que ganhei (dado por meu pai) de nome: O Palhaço que perdeu o riso. A história de fato é muito semelhante uma a outra, pois até onde quem faz as pessoas rirem necessita ser o poço da felicidade? Se ele faz todas as pessoas rirem, que o faz rir?
Um filme muito bom e reflexivo.
Indico a todos que gostam de uma boa arte

(OBS: Tenho que acrescentar que o cinema nacional está me surpreendendo com cada produção inovadora ^^ )

Um comentário:

  1. Eu achava que os melhores palhaços estavam somente em grandes circos,ah... como eu esta errado. Os melhores palhaços estão muito além do que é visível aos olhos. =)

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